A primeira etapa da fase de transição começou ainda em 18 de abril, quando o estado saiu da fase emergencial, mais restritiva até agora. Durante o período de março e abril, São Paulo viveu o pior momento da covid-19, com ambos os meses somando o maior número de mortes de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia.
De acordo com o Centro de Contingência, quedas nos três principais indicadores principais — novos casos, internações e óbitos — permitiram que o estado fizesse essa flexibilização.
“Estamos trabalhando com dados objetivos. Os indicadores que temos hoje são de redução dos novos casos, na última semana de redução das internações e de óbito. Nós não acreditamos que esses indicadores estejam apontando para uma terceira onda, então nos temos que trabalhar em cima dos dados que nós temos. Agora, todo cuidado é pouco” – João Gabbardo, coordenador-executivo do Centro de Contingência.
Gabbardo responde a uma preocupação apontada por especialistas sobre uma possível terceira onda após a flexibilização.
“O que nos temos ao nosso favor nesse momento, e eu venho insistindo nessa hipótese, essa deve ser a ultima vez que SP tenha estado na fase vermelha, porque, se nós continuarmos mantendo esse controle pelas próximas três semanas, junto com a ampliação da vacinação, vão nos oferecer uma outra condição de imunidade”, afirmou Gabbardo.
Fonte: Portal UOL – Henrique Salles Barros, Lucas Borges Teixeira e Rafael Bragança
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- 7 de maio de 2021
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